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Jejum Intermitente

Existem vários tipos de jejum intermitente, mas o mais comum é o de "pular o café da manhã". Consiste em ficar 16 horas (14 para mulheres) sem se alimentar. Isso significa que toda sua alimentação do dia é feita em uma "janela" de 8 horas (10 para mulheres), como por exemplo entre 12:00 e 20:00.

Isso significa, no exemplo acima, que das 20:00 até o meio-dia do dia seguinte não teremos nenhuma ingestão de calorias. Bebidas como café e chá (desde que sem açúcar) podem ser consumidas (é importante se hidratar muito bem durante esse período).

Esse é um jejum que, surpreendentemente, é muito fácil de ser feito. Quem já tem o hábito, pratica quase que diariamente sem nenhum sacrifício. Ele é particularmente fácil para quem já pratica uma dieta natural, com baixo teor de carboidrato e elevado teor de gordura natural.

Como funciona? Não faz mal?

Jejuns prolongados, em geral, não são recomendados sem supervisão. Mas os jejuns curtos e intermitentes podem ser utilizados pela grande maioria das pessoas. Ao contrário do que se pensa, uma pessoa saudável não se sentirá fraca e incapacitada ao ficar algumas horas sem comer, pelo contrário.

Quando comemos com frequência constante, o corpo tem o alimento sempre disponível como fonte de energia e guarda as "sobras" na forma de gordura corporal. Na ausência de alimento, o corpo utiliza essa gordura estocada como fonte de energia, o que resulta em perda de peso e saúde para o organismo.

Durante o jejum, a produção de insulina diminui e a sensibilidade à insulina aumenta: isso significa que ao se alimentar novamente, o corpo vai metabolizar o alimento de modo mais satisfatório. Através do jejum intermitente reeducamos o corpo a utilizar o alimento da maneira mais efetiva possível. Isso significa não há acúmulo de gordura e ocorre aumento muscular (se os músculos forem exercitados).

Quando o corpo está sem seu combustível usual – glicogênio – ele passa a queimar gordura e também passa a reciclar componentes celulares danificados, o que se chama de autólise inteligente, e através desse processo o corpo se recupera mais rápido e tem a capacidade de renovar os seus sistemas, como o sistema imunológico.

Além disso, o jejum intermitente tem a incrível capacidade de reparar neurônios danificados e estimular o cérebro a gerar novos neurônios (neurogênese).

O jejum intermitente permite ao organismo reciclar nutrientes, renovar e organizar sua estrutura biológica e metabólica, eliminar componentes desnecessários, fortalecer a imunidade, produzir hormônios em deficiência e rejuvenescer tecidos – além de amplificar a eficiência e desempenho físico e mental.
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